Levantamento realizado pelo Procon-PE, entre os dias 1º e 9 de abril, identificou aumento no custo da cesta básica na Região Metropolitana do Recife (RMR). A pesquisa, feita em 26 supermercados, aponta que o valor médio da cesta chegou a R$742,79, comprometendo cerca de 45,82% do salário mínimo vigente, de R$1.621,00. Em comparação com o mês de fevereiro, quando a cesta custava, em média, R$708,50, foi registrada uma alta de 4,84%, o que representa um aumento de R$34,29 no valor final.

No setor alimentício, a cebola apresentou o maior aumento, com alta de 45,48%, passando de R$4,07 para R$5,92. Em seguida, os ovos registraram elevação de 14,95%, subindo de R$18,33 para R$21,07. Já a batata inglesa teve aumento de 13,64%, passando de R$6,23 para R$7,08.

Apesar da elevação no custo total, alguns produtos apresentaram redução de preços. O macarrão teve a queda mais significativa, de 8,16%, passando de R$2,75 para R$2,52. O frango inteiro também registrou leve redução de 0,17%, com o preço variando de R$12,68 para R$12,66. Já o fubá apresentou diminuição de 0,05%, saindo de R$1,56 para R$1,55. No setor de limpeza doméstica, a água sanitária também apresentou redução de 0,21%, com o valor passando de R$2,21 para R$2,20.

Por outro lado, a pesquisa evidenciou grandes variações de preços entre os estabelecimentos analisados. No segmento alimentício, o óleo de soja liderou as oscilações, com variação de 159,95%, sendo encontrado por R$7,69 e chegando a R$19,99. A batata inglesa também apresentou diferença expressiva, com variação de 150,38%, sendo comercializada entre R$3,99 e R$9,99. A banana pacovan registrou variação de 130,77%, com preços entre R$2,99 e R$6,90.

Entre os itens de limpeza, o sabão em pó apresentou variação de 254,81%, com preços entre R$1,35 e R$4,79. Já no setor de higiene pessoal, o absorvente higiênico teve a maior diferença percentual de toda a pesquisa, com 310,50%, sendo encontrado de R$2,19 até R$8,99.

Ao todo, foram analisados 27 produtos, incluindo itens alimentícios, de limpeza doméstica e de higiene pessoal, em estabelecimentos localizados nos municípios do Recife, Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Olinda e Paulista. O relatório completo está disponível no site: www.procon.pe.gov.br.

 Nesta quinta-feira (09), a partir das 8h, o Procon Pernambuco participou da segunda fase da Operação Vem Diesel, uma ação de âmbito nacional coordenada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com atuação integrada dos Procons de diversos estados brasileiros e apoio da Polícia Federal.

A iniciativa integra a Força-Tarefa para Monitoramento e Fiscalização do Mercado de Combustíveis e teve como foco a fiscalização de distribuidores e revendedores de botijões de gás (GLP), diante do cenário de variações no mercado.

As ações foram realizadas simultaneamente em 24 cidades, localizadas em 15 estados e no Distrito Federal, alcançando 55 estabelecimentos, com equipes compostas por agentes da ANP, Procons e policiais federais.

Em Pernambuco, as equipes atuaram nas distribuidoras de GLP, com o objetivo de verificar a regularidade dos preços praticados e analisar documentos fiscais, como notas de compra e venda, assegurando que eventuais reajustes estejam sendo aplicados de forma legal e sem prejuízo ao consumidor.

A operação também busca identificar práticas irregulares, como aumentos injustificados nos preços, formação de cartel e outras condutas abusivas que possam prejudicar a população.

De acordo com o secretário executivo de Justiça e Defesa dos Direitos do Consumidor, Anselmo Araújo, a participação do estado reforça o compromisso com a proteção da população:

“Esta foi uma ação nacional coordenada pela Senacon, e Pernambuco se somou a esse esforço conjunto com outros estados. Nosso papel é garantir que o consumidor não seja lesado, especialmente em um momento de instabilidade no mercado”, destacou.

As irregularidades eventualmente identificadas serão encaminhadas à Polícia Federal para apuração de possíveis crimes contra a ordem tributária, econômica, contra a economia popular e as relações de consumo, podendo resultar na adoção de medidas administrativas e sanções cabíveis.

A ação integrada fortalece a fiscalização em todo o país e amplia a proteção dos consumidores frente às oscilações do mercado de combustíveis.

Com a aproximação da Páscoa, cresce a procura por ovos de chocolate e caixas de bombons nas lojas. Diante desse cenário, o Procon-PE realizou uma pesquisa de preços entre os dias 10 e 17 de março, analisando 49 variedades de ovos de Páscoa, de diferentes marcas e tamanhos, além de cinco tipos de caixas de chocolates, em 10 estabelecimentos do Recife.

O levantamento identificou aumento nos preços médios dos ovos de Páscoa em comparação com 2025. Em alguns casos, a elevação média chegou a quase 25%. É o caso do ovo de sonho de valsa de 357g, que em 2025 custava R$ 65,73 e, neste ano, foi encontrado por R$ 82,11, um aumento de 24,91%. Já o ovo de sonho de valsa de 217g, que custava R$ 54,02 em 2025, passou a R$ 66,85 em 2026, representando alta de 23,75%.

As caixas de bombons também registraram aumento no preço médio. A caixa de bombons diversos 251g, por exemplo, passou de R$ 15,36 em 2025, para R$ 16,97 neste ano, uma elevação de 10,51%. Já a caixa de bombons sortidos Garotices de 250g passou de R$ 13,78 em 2025, para R$ 16,07 em 2026, um aumento de 16,67%.

A pesquisa também apontou grande variação de preços entre os estabelecimentos visitados. Dependendo do produto, a diferença pode chegar a cerca de 63%. O ovo de sonho de valsa 277g apresentou a maior variação, de 63,54%, sendo encontrado por R$ 74,90 no maior preço e R$ 45,80 no menor.

Em seguida, o ovo de sonho de valsa 357g foi encontrado por R$ 110,90 em um estabelecimento e por R$ 69,80 em outro, o que representa uma diferença de 58,88%.

Os tradicionais ovos com brinquedos também aparecem entre as maiores variações. O ovo de 166g, acompanhado de uma boneca Barbie, foi encontrado por R$ 119,90 em uma loja e por R$ 84,80 em outra, uma diferença de 41,39%.

Entre as caixas de bombons, também foram registradas diferenças expressivas. A caixa de bombons Garotices 250g variou de R$ 11,98 a R$ 18,99, uma diferença de 58,51%. Já a caixa de bombons diversos da Nestlé 251g foi encontrada por R$ 13,98 em um local e por R$ 21,90 em outro, com variação de 56,65%.

A pesquisa completa está disponível no site do Procon-PE: www.procon.pe.gov.br

 

Foto: Divulgação/Procon-PE

 

A pesquisa está disponível no site do Procon-PE: clique aqui e confira na íntegra.

 O Procon Pernambuco realizou, entre os dias 12 e 20 de março, uma pesquisa de preços de peixes, crustáceos e itens de mercearia. O levantamento teve como objetivo orientar os consumidores para o período da Páscoa, quando a procura por esses produtos costuma aumentar significativamente em todo o estado.

No segmento de peixes, o quilo do filé de merluza apresentou a maior variação, chegando a 217,27%, sendo encontrado em seu maior valor por R$79,00, e em seu menor por R$24,90. Em seguida, o filé de polaca registrou diferença de 172,50%, sendo encontrado, em seu maior valor, por R$109,00, e em seu menor por R$40,00. Já o filé de tilápia teve variação de 166,87%, com preço mínimo encontrado por R$32,90, e em seu preço máximo por R$87,80.

Entre os crustáceos, o pacote de 400g de filé de camarão cinza médio apresentou variação de 67,56%, encontrado em seu valor mínimo por R$25,00, e em seu maior por R$41,89. O quilo do marisco teve diferença de 66,00%, sendo encontrado em seu valor mínimo por R$30,00, e em seu maior por R$49,80.

Nos produtos de mercearia, foram observadas as maiores variações. A garrafa de vinho branco seco (750 ml) apresentou diferença de 209,18%, com preço mínimo de R$14,49, e em seu maior por R$44,80. Em contrapartida, o azeite de oliva (500 ml) registrou queda de 18,56% em relação ao ano passado, passando de R$47,23 para R$38,47.

A pesquisa foi realizada em 12 estabelecimentos da Região Metropolitana do Recife e analisou 45 itens no total, sendo 26 tipos de peixes, 10 de crustáceos e 9 produtos de mercearia.

 

A pesquisa está disponível no site do Procon-PE: clique aqui e confira na íntegra.

 Entre os dias 19 e 26 de Janeiro, os agentes fiscalizadores do Procon-PE realizaram a pesquisa de preços da cesta básica em 26 supermercados da Região Metropolitana do Recife (RMR). O levantamento aponta ainda, que a cesta de janeiro, compromete 42,25% (689,24), do salário mínimo atual, R$ 1.621,00. O levantamento apontou ainda que, no mês de janeiro de 2026, a cesta passou a custar R$ 689,24, representando uma redução de 2,21% em comparação com o mês de dezembro de 2025, quando o valor era de R$ 704,85, o que resultou em uma redução de R$ 15,61.

A pesquisa também mostra uma redução no valor médio de alguns alimentos, como: a bandeja com 30 ovos brancos, que em dezembro custava, R$ 16,79, e em janeiro caiu para R$ 14,51. O quilo do arroz também apontou uma redução, o valor caiu de R$ 3,80, para R$ 3,64. O quilo da charque de segunda também apontou uma redução, o valor caiu de R$ 38,50 em dezembro, para R$ 37,48 janeiro.

Apesar da redução no valor médio da cesta, a pesquisa identificou variações significativas nos preços praticados entre os estabelecimentos, como o pacote de papel higiênico com quatro rolos de 30 metros, que foi encontrado por R$ 2,25 em um estabelecimento e por R$ 9,99 em outro, o que representa uma diferença percentual de 344%.

O pacote de absorvente higiênico, sendo o pacote com 8 unidades. O menor preço encontrado foi R$ 2,49, enquanto o maior foi R$ 7,49, resultando em uma diferença percentual de cerca de 200.80%.

No setor alimentício, o quilo do alho apresentou a maior variação, ele foi encontrado em um estabelecimento por R$ 15,90 e em outro por R$ 49,90, causando uma diferença percentual de 213.84%. Já a fubá de milho pacote 500gr, foi encontrado em um estabelecimento por R$ 0.99 e em outro por R$ 1.88, causando uma diferença percentual de 89.90%.

Os itens no setor dos materiais de limpeza também apresentaram uma variação de preço que chamou a atenção. O sabão em pó de 500g foi encontrado em seu menor preço por R$ 1,48 e em seu maior preço por R$ 3,98, apresentando uma variação percentual de 168,92%. Outro item que se destacou pela alta variação foi a esponja de lã de aço pacote com 8 unidades. O menor preço encontrado foi R$ 1,49, enquanto o maior foi R$ 2,99, resultando em uma diferença percentual de cerca de 100,67%.

A pesquisa avaliou 27 produtos, entre alimentos, limpeza doméstica e higiene pessoal, em estabelecimentos localizados no Recife, Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Olinda e Paulista. É possível ter acesso a pesquisa completa através do site: www.procon.pe.gov.br

 

Foto: Divulgação/ Procon-PE