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Sendo uma das datas mais movimentadas para o comércio, o Dia das Mães se aproxima e já mobiliza consumidores em busca dos melhores presentes. Pensando em orientar a população neste período de alta demanda, o Procon-PE realizou, entre os dias 17 e 29 de abril, uma pesquisa de preços com diversos itens em 30 estabelecimentos localizados na Região Metropolitana do Recife (RMR), oferecendo um panorama atualizado do mercado.
O levantamento contemplou uma ampla variedade de produtos e serviços tradicionalmente procurados na data, incluindo itens de perfumaria, floricultura, cestas de café da manhã, livros, eletrodomésticos e smartphones, além de opções de lazer e bem-estar, como almoço em churrascaria (rodízio), serviços de salão de beleza e passeios turísticos.
No segmento de literatura, foi identificada a maior variação de preços entre os itens pesquisados. O livro "Café com Deus Pai" (2026), de Júnior Rostirola, apresentou valores que vão de R$39,98 a R$111,90, resultando em uma diferença de 179,89%, que evidencia a importância da pesquisa antes da compra.
Outro setor que tradicionalmente registra grande procura no período é o de eletrodomésticos e smartphones. Entre os itens analisados, o secador de cabelo de 1.800W a 2.000W, da marca Mundial, foi encontrado com preços variando entre R$92,92 e R$219,00, o que representa uma diferença de 135,69%.
Já no setor de beleza, o combo composto por hidratação, escova e corte de cabelo, por pessoa, apresentou valores entre R$170,00 e R$335,00 nos estabelecimentos pesquisados, com variação de 97,06%.
Como alternativa de lazer para celebrar a data, o passeio ao Litoral Norte de Pernambuco, com destino à Coroa do Avião e à Ilha de Itamaracá, incluindo transporte e guia turístico, também foi analisado. O serviço apresentou um aumento de 41,67% em relação ao ano anterior, passando de R$120,00 em 2025 para R$170,00 em 2026.
Um dos presentes mais simbólicos para o Dia das Mães são as flores. Entre elas, a orquídea se destaca pela grande procura dos consumidores. Neste ano, o item apresentou uma variação de preço de 33,33%, podendo ser encontrado entre R$120,00 e R$160,00.
O órgão também orienta que o consumidor esteja atento aos seus direitos, exija a nota fiscal e priorize compras conscientes, garantindo que a celebração da data seja marcada não apenas pelo afeto, mas também por escolhas seguras e vantajosas. A pesquisa completa está disponível no site do Procon-PE: www.procon.pe.gov.br.
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Devido à valorização do petróleo, causada por conflitos no Oriente Médio e outros fatores, o preço do gás de cozinha tem aumentado, dificultando a vida dos consumidores. Diante disso, o Procon-PE realizou, entre os dias 16 e 20 de abril, uma pesquisa de preços, em 21 depósitos de vendas de botijões de gás de cozinha de 13 kg, em 19 bairros do Recife.
A pesquisa considerou não apenas o preço do produto, mas também as modalidades de comercialização, como entrega ou retirada, além da venda do Gás de Petróleo Liquefeito (GLP) com troca do botijão ou com o botijão completo.
O levantamento apontou uma diferença percentual de até 64%, do botijão de gás completo, de um estabelecimento para o outro, podendo ser encontrado em seu menor preço por R$ 225,00 e no maior por R$ 370,00. Já a venda sem a entrega do produto (quando o consumidor se desloca até o estabelecimento para a retirada), apresentou uma variação de 15,80%, o produto foi encontrado em seu menor preço por R$ 94,99 e em seu maior preço por R$ 110,00. Já com a entrega( quando o consumidor recebe o produto em sua residência), o gás de cozinha foi encontrado em seu menor preço por R$ 100,00 e em seu maior preço por R$ 115,00, gerando uma diferença percentual de 15%.
“O Procon-PE vem realizando pesquisas de preços para oferecer ao consumidor uma ferramenta que ajude a economizar na hora das compras, desde a cesta básica até medicamentos, e o intuito não é diferente com a pesquisa do gás de cozinha”, disse Anselmo Araújo, Secretário Executivo de Justiça e Promoção dos Direitos do Consumidor.
A pesquisa foi realizada nos bairros Água Fria, Afogados, Alto Santa Terezinha, Areias, Barro, Boa Viagem, Boa Vista, Brasília Teimosa, Campo Grande, Casa Amarela, Cordeiro, Encruzilhada, Hipódromo, Imbiribeira, Ipsep, Iputinga, Mustardinha, Santo Amaro e Torre. É possível ter acesso a pesquisa completa através do site: www.procon.pe.gov.br
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Nesta quinta-feira (09), a partir das 8h, o Procon Pernambuco participou da segunda fase da Operação Vem Diesel, uma ação de âmbito nacional coordenada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com atuação integrada dos Procons de diversos estados brasileiros e apoio da Polícia Federal.
A iniciativa integra a Força-Tarefa para Monitoramento e Fiscalização do Mercado de Combustíveis e teve como foco a fiscalização de distribuidores e revendedores de botijões de gás (GLP), diante do cenário de variações no mercado.
As ações foram realizadas simultaneamente em 24 cidades, localizadas em 15 estados e no Distrito Federal, alcançando 55 estabelecimentos, com equipes compostas por agentes da ANP, Procons e policiais federais.
Em Pernambuco, as equipes atuaram nas distribuidoras de GLP, com o objetivo de verificar a regularidade dos preços praticados e analisar documentos fiscais, como notas de compra e venda, assegurando que eventuais reajustes estejam sendo aplicados de forma legal e sem prejuízo ao consumidor.
A operação também busca identificar práticas irregulares, como aumentos injustificados nos preços, formação de cartel e outras condutas abusivas que possam prejudicar a população.
De acordo com o secretário executivo de Justiça e Defesa dos Direitos do Consumidor, Anselmo Araújo, a participação do estado reforça o compromisso com a proteção da população:
“Esta foi uma ação nacional coordenada pela Senacon, e Pernambuco se somou a esse esforço conjunto com outros estados. Nosso papel é garantir que o consumidor não seja lesado, especialmente em um momento de instabilidade no mercado”, destacou.
As irregularidades eventualmente identificadas serão encaminhadas à Polícia Federal para apuração de possíveis crimes contra a ordem tributária, econômica, contra a economia popular e as relações de consumo, podendo resultar na adoção de medidas administrativas e sanções cabíveis.
A ação integrada fortalece a fiscalização em todo o país e amplia a proteção dos consumidores frente às oscilações do mercado de combustíveis.
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Levantamento realizado pelo Procon-PE, entre os dias 1º e 9 de abril, identificou aumento no custo da cesta básica na Região Metropolitana do Recife (RMR). A pesquisa, feita em 26 supermercados, aponta que o valor médio da cesta chegou a R$742,79, comprometendo cerca de 45,82% do salário mínimo vigente, de R$1.621,00. Em comparação com o mês de fevereiro, quando a cesta custava, em média, R$708,50, foi registrada uma alta de 4,84%, o que representa um aumento de R$34,29 no valor final.
No setor alimentício, a cebola apresentou o maior aumento, com alta de 45,48%, passando de R$4,07 para R$5,92. Em seguida, os ovos registraram elevação de 14,95%, subindo de R$18,33 para R$21,07. Já a batata inglesa teve aumento de 13,64%, passando de R$6,23 para R$7,08.
Apesar da elevação no custo total, alguns produtos apresentaram redução de preços. O macarrão teve a queda mais significativa, de 8,16%, passando de R$2,75 para R$2,52. O frango inteiro também registrou leve redução de 0,17%, com o preço variando de R$12,68 para R$12,66. Já o fubá apresentou diminuição de 0,05%, saindo de R$1,56 para R$1,55. No setor de limpeza doméstica, a água sanitária também apresentou redução de 0,21%, com o valor passando de R$2,21 para R$2,20.
Por outro lado, a pesquisa evidenciou grandes variações de preços entre os estabelecimentos analisados. No segmento alimentício, o óleo de soja liderou as oscilações, com variação de 159,95%, sendo encontrado por R$7,69 e chegando a R$19,99. A batata inglesa também apresentou diferença expressiva, com variação de 150,38%, sendo comercializada entre R$3,99 e R$9,99. A banana pacovan registrou variação de 130,77%, com preços entre R$2,99 e R$6,90.
Entre os itens de limpeza, o sabão em pó apresentou variação de 254,81%, com preços entre R$1,35 e R$4,79. Já no setor de higiene pessoal, o absorvente higiênico teve a maior diferença percentual de toda a pesquisa, com 310,50%, sendo encontrado de R$2,19 até R$8,99.
Ao todo, foram analisados 27 produtos, incluindo itens alimentícios, de limpeza doméstica e de higiene pessoal, em estabelecimentos localizados nos municípios do Recife, Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Olinda e Paulista. O relatório completo está disponível no site: www.procon.pe.gov.br.
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O Procon Pernambuco realizou, entre os dias 12 e 20 de março, uma pesquisa de preços de peixes, crustáceos e itens de mercearia. O levantamento teve como objetivo orientar os consumidores para o período da Páscoa, quando a procura por esses produtos costuma aumentar significativamente em todo o estado.
No segmento de peixes, o quilo do filé de merluza apresentou a maior variação, chegando a 217,27%, sendo encontrado em seu maior valor por R$79,00, e em seu menor por R$24,90. Em seguida, o filé de polaca registrou diferença de 172,50%, sendo encontrado, em seu maior valor, por R$109,00, e em seu menor por R$40,00. Já o filé de tilápia teve variação de 166,87%, com preço mínimo encontrado por R$32,90, e em seu preço máximo por R$87,80.
Entre os crustáceos, o pacote de 400g de filé de camarão cinza médio apresentou variação de 67,56%, encontrado em seu valor mínimo por R$25,00, e em seu maior por R$41,89. O quilo do marisco teve diferença de 66,00%, sendo encontrado em seu valor mínimo por R$30,00, e em seu maior por R$49,80.
Nos produtos de mercearia, foram observadas as maiores variações. A garrafa de vinho branco seco (750 ml) apresentou diferença de 209,18%, com preço mínimo de R$14,49, e em seu maior por R$44,80. Em contrapartida, o azeite de oliva (500 ml) registrou queda de 18,56% em relação ao ano passado, passando de R$47,23 para R$38,47.
A pesquisa foi realizada em 12 estabelecimentos da Região Metropolitana do Recife e analisou 45 itens no total, sendo 26 tipos de peixes, 10 de crustáceos e 9 produtos de mercearia.
A pesquisa está disponível no site do Procon-PE: clique aqui e confira na íntegra.
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